quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Frustrados com meu deus eu


Relendo uns textos no meu arquivo, vi este que me deu uma sacudidela e me mostrou em um momento mais crítico com relação a minha caminha a novos rumos. Creio que seja muito pertinente para o momento confuso que muitos cristãos estão vivendo neste momento.



Muito além das discussões sobre a melhor tradução desta letra, vendo ela hoje numa terça-feira melancólica, os traços de humanidade que estão contidos em cada linha desta bela canção exalam um sentimento até então adormecido em mim. Sou humano, em si esta declaração não tem espanto, mas se analisada sob a ótica de quem vive com o sistema religioso vigente a torturar a alma dizendo que, vencer a si mesmo, está baseado em colocar barreiras humanas feitas muitas vezes de repressão, e que, não mostram a face doce que existe em Deus, a declaração toma ares de analise bem colocada e muito pertinente ao hino.

Mas aqui vai um aviso aos que, ao lerem as primeiras linhas digam que sou liberal, apego-me a soberania de Deus expressa em sua palavra, e não acho razão em viver a margem do que sua palavra diz. Apenas vejo nesta canção uma alma que se coloca de forma verdadeira a vontade de Deus mesmo em grandes dilemas que cercam a alma. A dúvida, o medo a frustração. A duvida do mover de Deus em nossas vidas, a incerteza de sua atuação como Deus misericordioso e compassivo, afinal aprendemos a ter medo de Deus e não ama-lo.

Ter medo de Deus é melhor, nos ajuda a nunca removermos as barreiras colocadas, nos acorrentas as nossos supostos fundamentos adquiridos de forma espontânea. Se frustar com o nosso deus concebido neste terreno fértil e mais que natural, paremos pra pensar, estamos vivendo as margens do verdadeiro relacionamento com Deus, a dúvida de um Deus misericordioso leva ao medo de ter vontade de conhece-lo melhor e assim a um relacionamento frustrante com aquilo que pensamos estar tendo de proveitoso com Deus.

Ao passar os olhos na letra percebo que há uma frustração em ver que, o que impede de ser o ideal de Deus é o que pensamos de ideal pra nós, loco não? Mas calma isso é simples de se entender e Paulo descreve isso magistralmente em Romanos 7 15-25, mais precisamente do 15 ao vesso 24 a triste constatação de nossa guerra interior, o que é interessante é que, anteriormente Paulo fala do poder de Deus  Rm 1-16,um poder que salva a todos, uma fonte de calmaria pra momentos assim.

A desolação que se vê na voz do cantor e na tradução da música se eclipsa ao ouvirmos ao vermos um Aleluia (ALELUIA traduzida do hebraico הַלְלוּיָהּ (Halləluya) onde a primeira parte da palavra Hallelu (הַלְּלוּ) significa “Louvem! Adorem!” num elogio, e a segunda parte Yah (יָהּ)  uma abreviação do nome Javé (YHWH). Portanto, ALELUIA quer dizer: “Louvem a Deus” ou “Adorem a Deus”). Mas estou mais inclinado assentir a essência da palavra como uma forma de dizer a Deus que apesar de minhas frustrações eu o amo.

Em Romanos vemos que não podemos esperar de nós mesmos a vitória contra o nosso próprio eu, lutar devemos, mas esperar vencer por si só e frustrante. Já percebo que o erro não é admitir que alguns dias são negro mesmo vendo a mão de Deus ao nosso favor, queremos barganhar com Deus o nosso final pois achamos que como um filho que erra, mesmo que se arrependa não vai mais ter aquilo que esperava,( eu me sinto assim as vezes) mas Romanos está ai pra mostrar que Deus ainda ama os pecadores.

Seja Deus em tudo.
Silver James.

Letra e Tradução 

Hallelujah

I've heard there was a secret chord
That David played and it pleased the Lord
But you don't really care for music do you?
It goes like this - the fourth, the fifth
The minor fall, the major lift
The baffled King composing Hallelujah

Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah

Your faith was strong but you needed proof
You saw her bathing on the roof
Her beauty in the moonlight overthrew you
She tied you to a kitchen chair
She broke your throne, she cut your hair
And from your lips she drew the hallelujah

Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah

Maybe I've been here before
I know this room, I've walked this floor
I used to live alone before I knew you
I've seen your flag on the Marble Arch
Love is not a victory march
It's a cold and it's a broken hallelujah

Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah

There was a time when you let me know
What's real and going on below
But now you never show it to me, do you?
And remember when I moved in you
The holy dark was moving too
And every breath we drew was hallelujah

Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah

Maybe there's a God above
And all I ever learned from love
Was how to shoot at someone who outdrew you
And it's not a cry you can hear at night
It's not somebody who's seen the light
It's a cold and it's a broken hallelujah

Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah
Hallelujah, hallelujah, hallelujah, hallelujah

Aleluia

Eu ouvi que havia um acorde secreto
Que Davi tocou e louvou ao Senhor
Mas você não se interessa mesmo por música, não é?
É assim - a quarta, a quinta
A menor cai, a maior ascende
O rei perplexo compondo aleluia

Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia.

Sua fé era forte, mas você precisou de provas
Você a viu se banhando do telhado
A beleza dela sob a luz do luar te arruinou
Ela te amarrou numa cadeira da cozinha
Ela destruiu seu trono, cortou teu cabelo
E dos seus lábios ela extraiu a aleluia

Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia.

Talvez eu já tenha estado aqui antes
Eu conheço este quarto, eu andei neste chão,
Eu costumava viver sozinho antes de conhecer você.
Eu vi sua bandeira no arco de mármore
O amor não é uma marcha vitoriosa
É um frio e triste aleluia

Aleluia, aleluia, o aleluia, aleluia.

Houve uma época em que você me deixou saber
O que realmente contecia lá embaixo
Mas agora você nunca me mostra isso, não é?
E lembra de quando eu me aproximei de você
A escuridão sagrada foi junto também
E cada suspiro que déssemos era aleluia

Aleluia, aleluia, aleluia, o aleluia.

Talvez lá haja um Deus acima
E tudo que eu sempre aprendi sobre o amor
Foi como atirar em alguém que te desarmou
E isso não é um choro que você pode ouvir à noite
Não é alguém que vê a luz
É um frio e triste aleluia

Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia,
Aleluia


Dinheiro


Se trabalha, se luta, se quer, se mata... Tudo aqui na terra ao menos em uma olhadela se observa que gira em torno de dinheiro. As ações deste mundo por menor que seja segue este mecânica, este movimento que chega a ser inato no comportamento humano. Questões políticas, lá esta a força do dinheiro, relacionamentos olha ele lá ditando as regras e medindo o afeto e o grau de intimidade entre as pessoas.

Pasmo em ver que até em questões mais íntimas ele, o dinheiro é o dono dos holofotes, como por exemplo, a venda de virgindades na internet, minha visão sobre isso é que realmente a humanidade chegou num grau extremo de banalização. Num assunto tão íntimo como a virgindade o ser humano chegou a esse nível de miserabilidade mental e emocional. O fato em si é que, se descartou qualquer capacidade intelectual e física de alcançar um objetivo falível para se tomar uma atitude irracional e banal. 

Em outros textos coloquei que a ideia de fundo do filme Resident Evil de que, um vírus letal chamado de T vírus que tira todos os sentidos de pensamento e racionalidade e torna os seres infectados em bestas incontroláveis dominadas pelo instinto mais primitivo de alimentar-se é um olhar para o futuro da humanidade talvez se mostrasse um tanto apocalíptico, mas, veja se não. As pessoas deixam de raciocinar e de agir com sanidade frente ao dinheiro, o que existe muitas vezes é um instinto incontrolável de ter o dinheiro e as coisas que ele pode de forma transitória dar.

Ai... Bem nós entraríamos em uma discursão sobre as questões que afligem o ser humano moderno, mas isso fica pra outra hora.

Reality Shows onde se coloca homens e mulheres como animais de zoológico a se matarem por dinheiro, não é mais novidade em nossos dias, que alias uma ação bem engenhada pelos nossos governantes, uma reedição da política de alguns imperadores romanos que davam ao povo pão e sangue nas arenas de luta. Bem as armas são outras, a arena é outra os lutadores, mas, o que o povo quer ver ainda é o mesmo, a ascensão de um miserável que de todas as formas escusas chegou ao prêmio.

O dinheiro chegou à fé e neste campo chegou e se tornou um deus que chega a ter práticas bem diversificadas para abençoar seus seguidores, um deus sincretista, que se utiliza de várias manobras para possuir o coração dos seus. Assim nós observamos nos dias de hoje, copo de agua, mesa branca, banho de sal grosso e até reza de fogueira e aja folego pra subir montes e escalar morros kkkk....

O amor ao dinheiro realmente é a raiz de todos os males e ainda falando sobre o campo da fé, os estragos que esse sentimento trás são incalculáveis. O amor ao dinheiro, em uma fé fingida pode trazer males de magnitude de um tsunami. Uma pessoa que almeja o episcopado (pastorado) apenas de forma econômica e de acessão social pode adoecer igrejas e mutilar almas que apenas desejam seguir ao céu. Acho que, de todos os pecados este me deixa mais perplexo uma vez que ao mutilar uma fé, uma alma que deseja de forma genuína e pura sua entrada no céu, seu aconchego nos braços do pai, cura de seus males físicos e espirituais serem maltratadas apenas pelo desejo de poder e riqueza, chega a ser imoral e hediondo.

Sei que existe a vontade de vencer na vida, todos nós devemos buscar uma vida de satisfação e conforto, mas de forma serena e pura, honesta e sem dolo ao próximo. Neste ponto vem em minha mente o que Jesus falou “... Do que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder sua alma”.

Xápiç Eirêneuô

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Ler & Pensar



Amor ou obsessão denominacional?



Por Pr. Magdiel G Anselmo

Há uma linha tênue entre o amor e a obsessão pela denominação a que somos membros.

Alguns dentre nós parecem amar mais a denominação do que o próprio Deus. Parecem amar mais a forma da organização do que a própria Bíblia. Defendem com muito mais vigor a "sua igreja" do que propriamente as doutrinas bíblicas fundamentais.

Esse "amor" desmedido pela denominação da qual fazem parte traz um orgulho, que sabemos, não é saudável. Temos que entender que a denominação não é infalível e muito menos perfeita. Seus métodos e sua forma de se organizar pode não ser a melhor ou a mais eficaz hoje como eram a tempos. Não temos que "fechar os olhos" para seus erros administrativos e metodológicos.

Em toda organização existem momentos de manutenção e acerto de direção em sua trajetória.

Temos sim que levar em conta que o aperfeiçoamento dos processos deve ocorrer, e em alguns casos, a mudança ou até o abandono de formas antigas pode ser inevitável e necessária para que haja alcance, abrangência e acima de tudo, edificação.

Isso não significa negligenciar ou desrespeitar a tradição, mas sim, aprender com ela e quando necessário fazer dela o "trampolim" para novos procedimentos e novos dias.

O amor denominacional é compreensivo, mas tudo tem limite, não pode se tornar em obsessão cega.

Quando vivemos grande parte de nossa vida envolvidos com e em uma organização é comum adquirirmos por ela forte zelo e amor. Isso não é ruim, desde que direcionado corretamente.  Todo desequilíbrio traz problemas, inclusive nesse caso.

O amor pela "nossa igreja" não pode suplantar ou sobrepujar a reflexão e o discernimento do que é correto e do que é razoável.

O que é inquestionável e imutável devem ser sempre preservados como são o caso das Escrituras. As metodologias, formas e organizações que são criadas pelo homem devem sempre passar pelo crivo bíblico e, também pela prova do tempo e da sua eficiência em cada momento da história. Não é pecado aperfeiçoar ou mudar, desde que não incorramos em desrespeito ou infrinjamos os ensinamentos bíblicos já nos revelados.

Mas, lamentavelmente o que vemos muitas vezes é que somente a possibilidade em mudar traz um perplexidade tamanha que parece que estamos a negar a nossa fé em Cristo. Modificar uma estrutura de muitos anos parece ser mais difícil que a transformação de vidas em Cristo.

Inevitavelmente esse conceito conduz a arrogância e orgulho denominacionais. "A minha igreja é a melhor", "o nosso jeito é o melhor", afirmam soberbamente sem discernir se realmente isso é uma verdade atualmente, como se a forma, o jeito, o método, etc... Estivesse ao mesmo nível ou até superior a própria Palavra de Deus, essa sim uma verdade em qualquer época ou contexto. Os limites para se adentrar na caracterização de uma seita quase são ultrapassados. Temos que fugir do exclusivismo e da tendência de pensar que somos os mais perfeitos dentre os mortais. A forma pode variar desde que não afete o conteúdo, a essência - isso é que devemos propagar e defender.

Aí então, percebemos que muitos defendem com mais energia a não mudança ou o aperfeiçoamento de métodos e formas já comprovadamente ineficazes do que a própria fé cristã como orienta a epístola de Judas.

O zelo tornou-se obsessão arrogante e o amor transformou-se em cegueira espiritual.

O orgulho denominacional tem crescido principalmente nas igrejas mais antigas, tradicionais e históricas, e esse crescimento nada traz de bom a causa de Cristo ou a expansão da Igreja, mas tem alcançado também as novas e já percebemos os conflitos desnecessários que causam.

Mais reflexão bíblica e menos paixão denominacional, são aconselháveis em nosso contexto atual.

Nos desapegarmos de costumes e tradições denominacionais  que já não tem sentido ou necessidade é algo a se considerar para que cresçamos e façamos a diferença em nosso presente século. A ideia equivocada de que é pecado mudar procedimentos ou formas deve ser rejeitada e o aprimoramento de nossa atuação exige muitas vezes um replanejamento e direcionamento adequados e contextualizados.

O questionamento da postura de meros replicantes do passado é crucial. O cristão "papagaio de pirata" que somente repete sem avaliar, sem julgar o que lhe é ensinado ou imposto pelas organizações não tem mais espaço em uma Igreja que deseja aprender com seus erros e progredir em sua expansão. As questões secundárias (as que não dizem respeito ao texto bíblico) devem ser reavaliadas e provadas em seu funcionamento, operacionalidade e eficiência.

Não podemos e não devemos canonizar o que não é sagrado.

As desculpas de termos e seguirmos linhas teológicas variadas e de possuirmos histórias diferentes não justificam ou explicam os erros cometidos ou a ausência de reflexão sobre o assunto em questão.

Pensemos urgentemente com seriedade sobre essas questões.

Fonte: A Verdade Bíblica

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Fala Deus





                             

O EVANGELHO É SUFICIENTE PARA VOCÊ?

Por Leonardo Gonçalves

Um dos pontos que diferencia evangélicos das seitas pseudocristãs é a suficiência da Palavra de Deus. Todo cristão evangélico sustenta que a Bíblia é a infalível Palavra de Deus, totalmente suficiente, ao ponto de já não necessitarmos novas revelações alheias ao evangelho, nem de aparições angelicais ou ainda tradições esclerosadas de origem duvidosa. Na verdade, afirmar a Suficiência das Escrituras equivale a que não precisamos de nenhuma outra coisa além do evangelho. Nada além das Escrituras.

Se isso for verdade, segue-se que todo o resto é enfeite de culto. É bonito, interessante, as vezes didático, mas secundário. Remova o púlpito, e ainda terá uma igreja cristã. Remova as cadeiras e não perderemos nada. Desligue o ar condicionado do templo e ainda teremos uma igreja evangélica. Acabe com o grupo de musica, desligue o projetor, e ainda teremos uma igreja evangélica, uma pregação evangélica, e um culto evangélico. Será?

Imagine que um dia você chega na sua igreja e encontra um templo vazio: o púlpito não está lá, as cadeiras acolchoadas também não, não há instrumentos musicais, nem banda, nem letras no telão, nem teatro, danças, coreografias, nada nesse estilo. Você entra e tudo o que vê é um homem com uma Bíblia na mão. Como você reagiria? Como você se sentiria? Será que você ainda pensaria que está entrando em uma igreja? Será que a sua igreja sobreviveria sem todos estes elementos secundários? Será que sua fé resistiria a todas essas mudanças? Se nós tivéssemos cultos somente de pregação, as pessoas assistiriam mesmo assim?

Em outras palavras, o Evangelho é realmente suficiente para nós?

A verdade é que se estes elementos deixassem de existir, muitas igrejas desapareceriam também. Isso porque são igrejas centradas em vaidades, e não no evangelho de Cristo. Para elas, a suficiência das Escrituras é apenas um dogma a ser confessado, e não uma verdade para ser vivida!

Pastor, proponho que você faça o seguinte: Remova as cadeiras, tire o púlpito do lugar, desligue os ventiladores, tire os instrumentos e todas as outras coisas não essenciais de sua igreja e aguarde seu rebanho com a Bíblia na mão. Use a oportunidade para falar da suficiência da Palavra. Mostre a eles a diferença entre o essencial e aquilo que é secundário. Deixe que eles sentem no chão, com a Bíblia sobre as pernas e saboreiem a Palavra sem distrações. Aproveite para dizer a eles que milhões de crentes ao redor do mundo se reúnem assim: sem cadeiras, sem edifícios ostentosos, ar condicionado, projetores e banda de musica; são os cristãos perseguidos. Conte a eles como, para milhões de crentes ao redor do mundo, a Bíblia é suficiente.

Marque reuniões mensais assim, onde vocês se despojarão de tudo o que não é essencial para saborear a Palavra e viver como a igreja primitiva e como os crentes perseguidos. Tenham refeições em comum durante este período e intercedam pelos seus irmãos em todo mundo. E se depois de alguns dias você ficar sozinho com a Bíblia na mão, comece a plantar de novo, pois o que você tinha não era uma igreja evangélica, um rebanho de ovelhas, mas apenas uma seita centrada em uma infinidade de elementos não essenciais, mas totalmente distante da verdadeira fé e do evangelho de Deus.

***
Leonardo Gonçalves é missionário no Peru e editor do Púlpito Cristão.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Deus tá vendo irmão






IGREJAS QUE FEDEM HERESIAS


Dizem que sou muito agressivo quando escrevo sobre algumas igrejas-porcarias que se intitulam "igrejas evangélicas". Para mim, muitas delas fedem heresias mesmo, e nem creio que façam parte do corpo de Cristo.

Dentre elas não estão incluídas igrejas doentes, pois todas as igrejas verdadeiramente cristãs podem passar por problemas, devido às imperfeições que seus membros carregam consigo (e eu sou um deles). Nem àquelas com pouco conhecimento da Bíblia devido às dificuldades culturais, geográficas, etc.


Refiro-me àquelas produto da vontade humana, cujos pastores tiveram a lucrativa ideia de fundá-las. Sim, eles estavam em dificuldades financeiras e pensaram no futuro. Então o deus da mente deles lhes deu uma saída: Fundar uma igreja para mudar a história dessa rua, desse bairro, dessa cidade, desse estado, desse pais, desse continente, desse planeta, desse MUNDO, desse UNIVERSO. É isso mesmo! Mudar a história MUNDIAL e UNIVERSAL.


Nessas maldições de Satanás, o nome de Jesus é o centro: da avareza, da politicagem, da malandragem, da corrupção, da discórdia. O sangue dessas igrejas - o dinheiro dos fiéis - corre em cada microvaso de seus líderes. Só pensam nisto: Quanto vou ganhar?

A mão ressequida e o exu boiadeiro, no picadeiro da fé, fazem+das vítimas corpos sugados, surrados pelas esporas de seus montadores de rádios e TVs, e a bênção financeira é o comercial. Sim ou não?

Devem nos caçoar: "No suor do rosto deles, comem pão", mas com o meu suor como do melhor. Sim ou não?

- Pega essa nota de 1REAL, demônio, em nome de Jesus!
- Peguei!
- Pega essa de 2Reais, em nome de Jesus!
- Tá, eu pego!
- Pega essa de 50 Reais!
- De jeito nenhum!
- Eu disse, em nome de Jesus, pega essa nota de 100 Reais aí no chão, AGORAAAA!
- Não pego de jeito nenhum!
- Por que você não pega essa nota de 100 Reais, se as outras você pegou?
- Porque as outras são minhas mesmo, mas a de 100 Reais é de Jeová!
- Tá vendo, irmãos? Até o diabo sabe que quando doamos notas de pouco valor, entregamos o que já é do diabo. Mas quando doamos uma de 100 Reais, esses 100 são do Senhor! Para quem você vai doar hoje: Para Deus, ou para Satanás?

To suando muito? Sim ou não?


Fernando Galli.
  
Fonte: Instituo Apologético Cristo Salva

Eu, você & Deus



“Certo homem tinha dois filhos o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me  a parte dos bens que me cabe . E ele repartiu os haveres. Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente. Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade. Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos a guardar porcos. Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada. Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome! Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho ; trata-me como um dos teus trabalhadores ; E, levantando-se , foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou. E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho.  O pai, porém, disse aos seus servos:

Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés; trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos; porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se. Ora, o filho mais velho estivera no campo; e, quando voltava, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. Chamou um dos criados e perguntou-lhe que era aquilo. E ele informou: veio teu irmão, e teu pai mandou matar o novilho cevado, porque o recuperou com saúde. Ele se indignou e não queria entrar, saindo, porém, o pai procurava conciliá-lo. Mas ele respondeu a seu pai. Há tantos anos  que te sirvo sem jamais  transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito sequer para alegrar-me com os meus amigos ;vindo, porém, esse teu filho, que desperdiçou os teus bens com meretrizes , tu mandaste matar para ele o novilho cevado Então, lhe respondeu o pai : Meu filho, tu sempre estás comigo ; tudo o que é meu é teu. Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.”  Lucas cap.15 vers. 11 a 32

O amor de Deus
Sem rebuscar minhas palavras apenas quero descrever o que meu coração sente ao ler a parábola do filho pródigo. Imagino que em todo a sua presciência Deus já analisava a confusão que os homens fariam sobre o tema: Natureza Humana X Graça de Deus. Deus em sua grande sabedoria nesta parábola em questão mostra qual a sua posição diante da natureza humana. Débil, falha e transitória. Sei que este mesmo trecho comumente é usado para uma análise de dois tipos de crentes que encontramos na igreja, mas, apenas quero aqui analisar e assim me permite Deus, ver a referida passagem com outros olhos, os olhos de um Deus que sabe muito bem quem é o homem.

Hoje mais do que nunca se estuda, se analisa e se busca de todas as formas ter o conhecimento da natureza humana, para que assim se possa satisfazer cada vontade e cada intenção do seu coração, assim coloca a passagem acima. A busca por este autoconhecimento gera muitas vezes pessoas movidas por busca de si mesmo, levando a caminhos que se colocam como soluções praticas para esta busca. Mas o homem (homem e mulher) é um ser complexo e inquieto que sempre se sente insatisfeito com o que tem , com o que é e com o que busca. Temos isso dentro de nós, e acho que era isso que Deus queria falar nesta passagem. O ser humano foi criado pleno e perfeito, com todas as coisas dispostas a suas necessidades, o homem estava de forma uníssona com Deus. Mas o ser humano queria mais, queria aquilo que era mais do que Deus tinha dado. Somos assim queremos o mais mesmo quando em Deus temos tudo.

Analisado desta forma um lado deste tema, se coloca a seguinte pergunta: E Deus como age sobre isso? Deus ama. Deus em sua infinita misericórdia nos amou primeiro. Acima de tudo Deus sabe quem é o homem, sabe que queremos muitas vezes correr sem suas mãos a nos proteger. Mas precisamente Deus antes da queda nos oferece os braços abertos, falo com relação a sua providencia divina para a inquietação do home.

Um bêbado, um drogado uma prostituta ainda que queiram a vida que levam Deus os ama e espera de forma paciente a volta destes para a condição de filho. Vejo e nas linhas desta passagem um Deus que como dono de tudo podia ter lançado o filho regresso aos seus mais duros castigos, mas vejo um pai que corre ao encontro de um filho sujo e maltrapilho. Um filho que buscou se encontrar, nos mais diversos caminhos. Álcool, drogas e muito prazer não puderam lhe dar a resposta. No fim a casa paterna era o caminho de volta, mas, como voltar seria humilhante e sem as vistas dele resultado garantido de descanso e voltaria sem respostas, mas resposta estava lá, sim nos braços do pai, a resposta sempre esteve com ele.

Deus se levantou e contra todas as probabilidades deu solução ao coração do filho que retornou, ele não jogou na cara os dias em claro e o dinheiro perdido, ele simplesmente fez a ação mais inusitada de todas, Deus amou e se reconciliou conosco. Meus amados, Deus veio a terra entendeu o homem como um todo e ele mesmo se reconciliou com a sua criação.

Deus sabe o que sentimos e o que buscamos. Ele sentiu o que sentimos, e sabe o que queremos e ainda mais, nos ama e quer nos dar cada dia um pouco de si mesmo.

Xápiç Eirêneuô

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Superman é para os fracos


Ao longo desta caminhada muitos homens e mulheres fazem a gente perceber que o evangelho ainda tem seus heróis n ativa. Homens e mulheres que deixaram tudo por amor a mensagem de Deus que trás vida aos cansados e sem paz. 

Um destes é o casal de missionários  Ir.Joelson Lourenço da Silva e  Neves Ferreira Lourenço que estão  em Edelira-Paraguai. Algumas imagens deste abençoado trabalho.

Xápiç Eirêneuô


Continuem orando por nós e por este projeto, pois Paraguai necessita de projeto que expresse o verdadeiro significado do reino de Cristo. Um povo sofrido que necessita de pessoas, que assim como Cristo, expresse o amor e compaixão por eles.
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