quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Novos desafios



Ao publicar a postagem  Anjos Caidos  não imaginava que seria uma das mais acessadas e que infortunamente coincidiria com uma triste notícia da morte do bispo anglicano e sua esposa. O fato e que a noticia em si é um choque no meio evangélico, mas, que casos assim já são muito recorrentes em algumas igrejas, uma vez que os tentáculos da droga vem alcançando as portas de nossos templos, apesar de sempre ser as mesmas promessas de um “barato novo” que sabemos que é uma quimera antiga, o discurso ainda fisga muitos de nossos jovens que muitas vezes achamos que estão protegidos em nossos templos e sistemas de ocupação do tempo dos jovens.

Algo está muito errado em nosso tratamento com nossos jovens, sei que as festas e congressos em tempos remotos deram muitos resultados e entendo que as ações até agora acionadas sempre visaram os melhores resultados possíveis, mas o tempo muda e sempre se tem a necessidade de uma atuação efetiva quando os desafios são outros.

O que vemos agora são fatores que antes não tínhamos no cenário que rodeia o mundo dos jovens cristãos, a sexualidade sendo explorada de forma maciça na mídia televisiva e digital, um vídeo se sexo hoje pode ser compartilhado em qualquer celular basta um Bluetooth e pronto todos ao redor estarão compartilhando o que vejo, e é exatamente ai que se comprova a necessidade de se moldar de certa forma as formas de atuação da igreja no mundo jovem. Percebe-se nesta afirmação que o nosso adversário está atendo a isso e tendo muito sucesso em nosso meio.  

O engessamento dos sentidos da igreja para atentar a essa realidade em nome de uma pureza espiritual que nunca demonstra resultados práticos está criando uma juventude evangélica cada vez mais frágil para o mundo que vai ser enfrentar em tempos muito próximo. Os acontecimentos que se seguem a cada dia apontam para um caminho mais estreito para o cristianismo e seus seguidores. As lideranças da igreja devem e com muita brevidade avaliar novas ações que preencham de fato e com consistência a vida cristã do jovem e adolescente. A busca pelo “barato legal” nunca deixou de ser uma arma extremamente letal usada pelo inimigo.

Uma evidencia do engessamento dos sentidos da igreja são discursos, inflamados vendo a internet e todas as maravilhas tecnológicas como coisa diabólica quando na verdade o seu uso é que determina qual senhor eu sirvo e a quem glorifico. Uma boa ação de marketing e endo- marketing pode em muitos aspectos blindar uma igreja contra as ações do inimigo e formar uma juventude forte e destemida para serviço de Deus em sua obra.

Assim o trecho bíblico que fala sobre a pregação da palavra em tempo e fora de tempo (2Tm 4:2) fala de fato deste assunto, pois, uma rede social (face book, Orkut, sônico etc.)  ou redes instantâneas de mensagens (Messenger, twiter, twitcam) podem ser usados na propagação da palavra de Deus, até mesmo como um departamento tendo a atuação dos próprios jovens da igreja. Mas lamentavelmente tanto essas poderosas ferramentas como este casto material humano que a igreja tem são negligenciados e muitas vezes mal supridos em suas necessidades, que sem ter alternativa se prendem a ociosidade que ocasiona a ação do diabo, em suas mentes e corações.

Outra falha da igreja é querer moldar o tempo passado na realidade de hoje, atribuir pecado as coisas que não existiam a 50 anos sendo novidade de hoje são pecado, isso é de fato uma falta total de discernimento do que é realmente importante a ser combatida, a futilidade dos sentimentos hoje e falta de sinceridade são ao ver os maiores celeumas que as lideranças devem combater dentro da igreja.

Uma criança de hoje tem em seu tempo jogos eletrônico, brinquedos que falam e até anda, sei que há certa nostalgia, mas impedir um jovem, adolescente ou criança de usufruir de forma saudável da modernidade é o mesmo que pedir o mundo prestes a usar a tecnologia de holografia na comunicação voltar a usar carta, inimaginável.

Não quero ser um visionário pessimista da igreja, mas temo que se os nossos lideres não começarem a acordar para a realidade que vem cercando-a os tempos trabalhosos que a bíblia menciona vão ser mais trabalhosos do que serão. Os nossos esforços em divulgar a palavra de Deus e cultivar um evangelho pleno nos novos cristão que viram são mais importante que discutir em nossos púlpitos pontos de vista pessoal do que é ou não é pecado.

JC Silver


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

CULPADOS



Ao ler o sermão de Spurgeon a seguir, de imediato realmente me senti compelido a entender a gravidade de minha condição de pecador, as palavras de Spurgeon retiniram como martelo que golpeia o aço na preparação de uma peça. Quando sua introdução chega ao ápice vejo meus pecados também ali reunidos aos do mundo todo cuspindo e castigando o meu Mestre e amigo. Sou levado a sair da minha zona de conforto moral e espiritual para um ângulo em que posso ver melhor quem sou eu, e por que devo admitir que não sou melhor que o outro.

Meus pecados pegaram no chicote que trucidou a pele do mestre, minhas paixões infames tomaram as mãos do carrasco e cravejaram a cabeça do meigo carpinteiro com uma coroa de espinhos. Meu orgulho levou a lança que traspassou o meu Jesus, suas feridas, foram feitas nele por me amar até o fim, emudecido, calado e destemido, suportou a afronta do meu pecado, por me amar, suas mãos não se fecharam aos cravos que meus pecados colocaram-lhe, pois, estariam sempre prontas a me amparar com amor nos momentos mais escuros da minha vida. Sim Deus escolheu os cravos a dor, o escárnio meu e a estupidez dos meus atos, pra me dar a vida que nunca mereci.

Deus enfermou pelos meus pecados e ficou na gélida solidão da maldição da cruz por minhas vontades humanas, e sem reclamar derramou seu sangue, puro, inocente e santo, por mim, que sou ladrão malfeitor e ingrato. Sou semente do primeiro Adão sendo feito a imagem do segundo e perfeito Adão, sou culpado assim como Pilatos, na morte de Cristo.

Desfrute.

Resenha de: JC Silver

Pilatos e Nós, Culpados da Morte do Salvador
NO. 1648

Sermão pregado na manhã de 5 de março de 1882,
Por Charles Haddon Spurgeon,
No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

“Então Pilatos, vendo que nada aproveitava, antes o tumulto crescia, tomando água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo. Considerai isso. E, respondendo todo o povo, disse: O seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos.” Mateus 27:24-25

A crucificação de Cristo marcou a altura do pecado cometido por nossa raça. Em Sua morte encontramos todos os pecados da humanidade unidos em uma conspiração execrável. A inveja, o orgulho e o ódio estão lá, juntamente com a ambição, a falsidade, e a blasfêmia, todos ávidos por projetar-se na crueldade, vingança e homicídio.

O diabo agitou as iniquidades de todos nós em torno da semente da mulher: todas essas iniquidades circundaram ao Senhor, sim, o rodearam como abelhas. Todas as maldades dos corações humanos de todas as épocas marcaram encontro ao redor da cruz: assim como todos os rios vão para o mar, e como todas as nuvens se descarregam sobre a terra, assim se congregaram todos os crimes do homem para causar a morte do Filho de Deus. Foi como se o inferno tivesse enviado uma convocação, e todas as várias formas de pecado tivessem chegado a tropel - legião pós-legião apertaram o passo à batalha.

Assim como os abutres se precipitam sobre a carniça, assim correram os bandos de pecados para converter o Senhor em sua presa. E uma vez congregadas as tropas de pecados, consumaram o crime mais atroz que o sol jamais havia presenciado. Mãos iníquas crucificaram e mataram o Salvador do mundo.

Acabamos de cantar dois hinos em que assumimos nossa porção de culpa pela morte de nosso Senhor. Cantamos—

“Oh, os agudos tormentos de extrema dor
Que suportou meu amado Redentor,
Quando chicotes nodosos e grossos espinhos
Dilaceraram Seu corpo sagrado.
Mas em vão acuso
Aos chicotes nodosos e aos grossos espinhos;
Em vão culpo aos soldados romanos,
E aos mais desprezíveis judeus.
Vocês, meus pecados, meus cruéis pecados,
Foram Seus principais carrascos;
Cada um de meus crimes se converteu em um cravo,
E minha incredulidade veio a ser a lança.”

E logo, com o mesmo espírito, cheios de tristeza fizemos uma pergunta, e cantamos uma resposta penitencial—

"Meu Jesus, quem com cuspe vil
Profanou Teu santo rosto?
Oh, quem com um flagelo implacável
Fez brotar Teu precioso sangue?
Fui eu, que tenho sido muito ingrato
Mas, Jesus, tem misericórdia de mim!
Oh, Senhor meu, tem piedade de mim e
Perdoa-me,
Por Tua doce misericórdia! "

Talvez alguns de vocês não compreendam bem o que acabaram de cantar; mas alguns de nós nos declaramos culpados, de maneira sincera e consciente, da morte de nosso Senhor Jesus Cristo. Nós sabemos que Ele não somente sofreu para apagar nossas transgressões, mas também por causa de nossas iniquidades. Isto não é muito claro para muitos de vocês; e não lhes peço que finjam que entenderam.

Não podem entender porque têm algo a ver com a morte de Jesus, e por isso não são conduzidos ao arrependimento quando falamos desse tema; certamente imitam o exemplo de Pilatos em nosso texto, quando tomou a água e lavou suas mãos diante da multidão, dizendo:

“Inocente sou do sangue deste justo.”

O propósito do nosso sermão será despertar consciências adormecidas. Sem nos metermos em perguntas metafísicas relativas a se Pilatos teve ou não real participação na ação particular pela qual morreu Jesus, vou mostrar-lhes que de muitas maneiras, os homens cometem na prática um crime semelhante, e assim demonstrarei que têm disposições similares àqueles antigos assassinos de Cristo. Ainda que repudiem a crucificação, a repetem, se não na forma, no espírito. Ainda que Jesus não esteja aqui em carne e osso, contudo, a causa da santidade e da verdade e de Seu divino Espírito ainda estão em nosso meio. E os homens reagem diante do reino de Cristo, que está estabelecido entre eles, da mesma maneira que os judeus e os romanos agiram contra o Deus encarnado.

Parte inicial do Sermão.
  

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Ver & Sentir V


Sem Palavras. Veja Sinta e pense.

O CÉU É AQUI



Por vezes em nosso interior somos tomados pelo sentimento de ver o céu, sentir que não estamos mais nesta terra de dor, e sofrimento. As lutas de uma jornada incessante de busca pelo conforto da vida, as desilusões que nos acomete na caminhada cristã, as lascas que nos tiram do coração, feridas feitas pelos páreas que um dia já se deram as mãos para sair das trincheiras da guerra que é a vida.

Somos acometidos, isso falo num bom sentido de um sentimento de saudade de algo que nunca vimos, nunca estivemos lá pra ver, mas ansiamos estar lá. O céu. Ao ouvir o hino cantado pelo Arautos de Rei, noto que esse sentimento de ter o gostinho do céu para aliviar as dores da caminhada tem muito mais há ver com as minhas escolhas de como vou conduzir minha jornada rumo a está morada. O céu é aqui se aprendi a perdoar.

O soluço do choro engasgado toma conta do corpo e emudece a fala, não sai palavra alguma dos lábios frente a está afirmação atômica no coração, o céu em sua plenitude é puro e não aceita pessoas manchadas por mágoas não tratadas. Os corações que sangram não admitem o retrocesso de ações que impetradas  defendem o direito a justiça própria, almas cansadas que se camuflam na cegueira dos corações. Não, mesmo que se cante o coração sabe que não é fácil viver assim, à margem do que é viver o gostinho do céu aqui sem dar o passo seguinte, perdoar,sem isso viveremos em sombras e nada mais.

Perdoe sete vezes sete. (Mateus, XVIII: 15, 21e 22).

Numa condição infinita, numa profundidade só compreendida pelas pessoas que se assemelham a medida e estatura de Cristo, (Efésios 4:13). Uma condição indispensável para ter o céu aqui, bem aqui perto de mim, ter a sensação de que mesmo em dor e sofrimento o céu está comigo, o almejado lar, sentido o céu domínio em mim, mas tenho que perdoar, as concessões são devastadoras para um sentimento de justiça própria que se assemelha a de um ser olimpiano furioso, mas devo colocar o meu viver nas mãos do pai.

Agora ouço outra frase que prende mais ainda a voz e agora emudece a alma, “E quando vejo os irmãos se unindo, multidões cantando um hino, vejo anjos celebrando, é o céu que está chegando.”.  Então se não voltar, viver em trevas será o destino dos santos justiceiros (I João 2-11) ter o que se quer implicara em perder o que se realmente quer, ter ou não ter eis a questão.

Quero o céu, Jesus me pede o coração, as armas tem que ser depostas, o jogo tem que parar as lascas tem que ser tratadas e a vida tem que continuar com toda a sua complexidade e  com toda a sua beleza, eu começo a vislumbrar que o céu o gostinho do céu são mais importantes do que a minha justiça, satisfação pessoal e desejo de vingança. O céu não pode esperar, meu coração não pode viver sem a companhia de Jesus.

A dadiva de viver em sintonia com o céu depende do meu viver com aquele que me da todas as razões para odiar e querer o mais terrível dos castigos. E viver em sintonia, não apenas como uma barganha com o EU SOU e tapeação com o meu desafeto, mas sim uma atitude sem precedentes que exigira  a entrega daquilo que acho que tenho direito.

O céu é aqui se eu aprendi a perdoar.

JC Silver 


Por amor de Deus

Pastor Youssef Nadarkhani é condenado à morte no Irã - Igreja perseguida

Homem convertido ao cristianismo é condenado à morte no Irã
 
O pastor evangélico Youssef Nadarkhani foi preso, acusado de abandonar a fé islâmica. Decisão da justiça iraniana provocou indignação internacional.

Uma decisão da justiça do Irã provocou indignação internacional e protestos de defensores da liberdade de religião. Um homem que se converteu ao cristianismo foi condenado à morte.
Youssef Nadarkhani foi preso em 2009 porque não quis que os filhos estudassem o livro sagrado dos muçulmanos – o Alcorão.

Ele se tornou cristão aos 19 anos de idade e três anos depois, já pastor evangélico, fundou uma pequena comunidade cristã na cidade de Rasht, a noroeste de Teerã.
Nadarkhani foi preso, acusado de abandonar a fé islâmica, e recebeu a sentença máxima: morte por enforcamento.

Durante três anos, o caso foi examinado por cortes superiores iranianas. A esposa de Nadarkhani também foi detida, chegou a ser condenada à prisão perpétua, mas depois foi solta. O pastor, por três vezes, recebeu proposta de abandonar o cristianismo e voltar para o islã, em troca da suspensão da pena de morte. Youssef Nadarkhani não aceitou.
Segundo o Centro Americano de Lei e Justiça – uma organização que defende a liberdade religiosa nos Estados Unidos e acompanha o caso de Youssef – a sentença foi confirmada pelo governo iraniano e a ordem de execução foi dada.

Jordan Sekulow, diretor do centro, vem divulgando em um programa de rádio a perseguição contra Nadarkhani.

“Não sabemos se ele ainda está vivo nesse momento” diz Sekulow. “A ordem de execução não é divulgada publicamente. A única coisa que pode salvar Nadarkhani”, ele diz “é a pressão internacional, principalmente de países como o Brasil, que tem boas relações diplomáticas com o Irã”. Veja o vídeo da matéria veiculada no Jornal Nacional.


É tempo de oramos e nos unir para, usar nossas forças em favor do reino de Deus, a nossa letargia e procrastinação com a obra do Senhor vai nos custar caro. O dono da obra que ver a multiplicação dos talentos que nos deu, então falemos de Jesus.


Ditadura II



LIVRO DE HERMÊNEUTICA "GAY"?
Por Leonardo G. Silva – Th.M.

Em dezembro do ano passado o Júlio Severo publicou a postagem sobre um produtor norte-americano que estava lançando uma versão da Bíblia, mas totalmente gay. Nessa Bíblia, o relato da criação ficaria exatamente assim:

“E o Senhor Deus fez cair um sono profundo sobre Aida, e ela dormiu; e ele tomou uma das costelas dela, e fechou a carne em seu lugar; e da costela, que o Senhor Deus tomou da mulher, ele formou outra mulher, e trouxe-a à primeira mulher. E disse Aida: ‘Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; ela será chamada mulher, porque ela foi tomada de mim. Portanto deixará a mulher a sua mãe, e apegar-se-á à sua esposa, e elas serão uma só carne. E ambas estavam nuas, a mulher e a sua esposa; e não se envergonhavam“.

Claro que não há outra palavra para descrever isso, que não seja a palavra blasfêmia. No entanto, até agora não havia motivo para alvoroço, porque tal Bíblia ainda estava longe da nossa realidade tupiniquim.

Acontece que o pastor Marcos Gladstone, que preside uma denominação chamada “igreja contemporânea”, composta basicamente por homossexuais, lançou um livro polêmico chamado” A Bíblia sem preconceitos“, no qual ele afirma que Deus jamais condenou a pratica do homossexualismo. Veja a descrição desse livro no site sua Igreja:

“O livro que está mudando o destino de centenas de homossexuais que antes pensavam ser abomináveis para Deus. De autoria do Pr. Marcos Gladstone, ele revela os segredos de Deus para os gays mostrando que a Bíblia realmente não condena a homossexualidade”

Bom, agora que vocês já viram que o assunto é sério, e que a tal hermenêutica Gay já chegou aqui pelas bandas de “Vera Cruz”, permitam-me dar o meu parecer sobre esse tema:
Não há nenhum modo de conciliar o cristianismo com a homossexualidade, e isso está claro em várias passagens bíblicas, como Levítico 18.22; 1Co 6.9; 1Tm 1.10-11. O homossexualismo é abominado por Deus e sua prática é proibida pela Bíblia.

Quando falo acerca disso, sempre há alguém para me dizer: porque é que vocês evangélicos condenam tanto o homossexualismo, mas aceitam quem pratica certos pecados como membros de suas igrejas. Deixem-me esclarecer as coisas por aqui:

Todos aqueles que dizem que os evangélicos admitem que seus membros pratiquem certos pecados, estão certos e errados ao mesmo tempo. É fato que há crentes que mentem, que roubaram ou que adulteraram, e alguns o fizeram também depois de cristãos, mas continuam sendo membros de nossas igrejas. Por que razão o permitimos? Porque eles se arrependeram. Um crente pode, sim, ter uma recaída – “aquele que está de pé, cuide para que não caia” – mas o que vai definir se ele realmente é um convertido é a sua capacidade de arrependimento. Um adúltero que se arrepende do seu pecado, pode sim, obter o perdão de Deus. O mesmo vale para os mentirosos, ladrões e porque não dizer, para os que praticaram o homossexualismo. Um ex-homossexual que tem uma recaída e se arrepende pode ter perdão de Deus, do pastor e dos irmãos e ser reintegrado à sua comunidade de fé. Isso sempre foi assim! O que nós não admitimos, e a Bíblia também não, é que uma pessoa homossexual que não se arrependeu do seu ato e não tem a mínima vontade de fazê-lo, se faça chamar de cristão.

Quero dizer com meu coração aberto e com toda sinceridade, que amo a todos os homossexuais, assim como Deus os ama. Não há em meu coração nenhuma forma de discriminação social homofobia, mas acrescento que entre a exegese barata do pastor Gladstone (barata mesmo: 3 livros custam 10 reais!) e a Bíblia de Deus, prefiro ficar com a Bíblia.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Anjos caídos



Avanço das drogas na sociedade bate à porta da igreja e jovens evangélicos já fazem parte de estatísticas do vício.

Por Marcos Stefano

Tudo começou com um punhado de anfetaminas e o desejo desenfreado de vencer no ciclismo. Mas logo vieram o ecstasy, a cocaína, o crack, as brigas com a família e os roubos para manter o vício que acabara de se instalar. A cada capítulo, o drama vivido por Danilo Gouveia, personagem interpretado pelo ator Cauã Reymond na novela Passione, da Rede Globo, mexe com os telespectadores e choca a sociedade com a dura realidade das drogas.

Não é o primeiro sucesso do showbiz nacional em cima do assunto. Há pouco tempo, o longa Meu nome não é Johnny, baseado no livro do jornalista Guilherme Fiuza, ganhou as telas dos cinemas ao revelar as desventuras de João Guilherme Estrella, um jovem que tinha tudo na vida, menos limites, pelo mundo das drogas. Em comum, histórias como as de Gouveia e Estrella alertam dramaticamente que ninguém está livre desse perigo – nem mesmo aqueles que estão aparentemente nas situações mais seguras, aos olhos dos homens.

Johnnatan Wagner Richele Guardian, hoje com 25 anos, sabe muito bem o que isso significa. Nascido numa família de pastores, Johnnatan cresceu dentro de uma congregação da Igreja do Evangelho Quadrangular, numa pacata cidade do interior das Minas Gerais. Na adolescência, envolveu-se com o grupo de mocidade e começou a tocar nos cultos. Tinha talento e um futuro promissor. Mas trocou tudo pela bebida e pela droga. A ponto de terminar traficando cocaína e crack nas ruas da cidade de São Paulo. Tornara-se um dependente.

Para quem observa hoje o trabalho e o envolvimento do obreiro Johnnatan com a juventude da Igreja Internacional da Graça de Deus, onde se prepara para o pastorado, é até difícil imaginar o que pode ter acontecido para um moço aparentemente tão fervoroso espiritualmente ter se esfriado tanto. “As pessoas sempre me viam nos cultos, mas não sabiam o que se passava comigo”, conta. Repetindo o que acontece com tantos  garotos que crescem numa aparente segurança espiritual dentro das igrejas, ele estava longe da fé fervorosa da avó, que sempre o levava aos cultos. “Eu achava tudo muito careta e, influenciado por alguns amigos, pensava que ser crente era viver escondido atrás de uma Bíblia”. Aos 19 anos, o rapaz deixou a igreja. Com a “ajuda” daqueles mesmos amigos, começou a beber. Dali para as drogas foi um passo.

A família, no entanto, não desconfiava de nada. Só veio a descobrir a verdade quando Jonathan foi morar com a mãe, na capital paulista. Como o que ganhava já não era suficiente para comprar tóxicos, começou a vender coisas de casa até ser flagrado pela mãe. Já estava dominado pelo vício. Nos anos seguintes, não foram poucas as tentativas de deixar as drogas, mas elas sempre terminavam em fracasso. Bastava uma discussão que o deixasse mais nervoso para Johnnatan mergulhar novamente naquele mundo. “Quando ficava desempregado ou o dinheiro acabava, vinham as vozes no ouvido: ‘Por que você não se mata? Jogue-se da ponte!’. Era terrível”, recorda. Conseguiu sobreviver até que um de seus patrões o levou de volta à igreja, onde recebeu a Cristo como Salvador. Logo foi incentivado a largar o vício. Essa decisão, assim como a de romper com velhas amizades e até mesmo um namoro, foram decisivas para que ele tivesse êxito.

Histórias de crentes que enfrentam o pesadelo das drogas chegam a soar muitas vezes quase como surreais. Porém, o que mais impressiona não são experiências sobrenaturais ou as misérias enfrentadas quando a pessoa chega ao fundo do poço, mas perceber que esses casos se multiplicam. Por si só os números que envolvem as drogas têm dimensões infinitamente maiores do que qualquer das pragas descritas no Apocalipse. Estima-se que, em todo mundo, mais de 210 milhões de pessoas usem algum tipo de droga ilegal. Dessas, de acordo com levantamento da Organização das Nações Unidas, 26 milhões enfrentam problemas sérios, como a dependência de substâncias mais pesadas, especialmente nos grandes centros urbanos. É um problema de saúde pública, inclusive no Brasil, onde se estima que haja quase 900 mil usuários. Mas, quando se pensa que uma parte desse contingente é formado por jovens filhos de crentes ou desviados das igrejas, a preocupação é ainda maior.

O pastor Cilas, dirigente de uma igreja pentecostal do Rio de Janeiro, pede que a reportagem omita seu sobrenome e o nome de seu filho mais novo, de 22 anos. Mas não esconde que vive esse drama: “Eu prego a libertação que há em Jesus no púlpito, mas esse processo ainda não aconteceu na minha casa”, lamenta o religioso. No fim da adolescência, o filho, que desde bebê acostumou-se a ouvir cânticos e mensagens de fé na congregação frequentada pela família, deixou de ir aos cultos. Alegava que queria ficar em casa e assistir televisão aos domingos, mas quando se via sozinho, saía furtivamente.

“Pensamos que era aquela coisa de adolescente rebelde, que um belo dia vai ter uma experiência com Cristo e mudar de vida”, diz Cilas. O problema era muito maior – o garoto já andava com outros rapazes mais velhos, que o iniciaram nas drogas. Passo seguinte abandonou os estudos e agora pouco aparece em casa, para desespero dos pais. “Às vezes, fico semanas sem vê-lo, sem nem mesmo saber se está vivo ou morto”, entristece-se o pastor, que admite a própria culpa. “Tinha tanto interesse em buscar as almas perdidas que não percebi que tinha um perdido sob meu teto.”

RELAÇÃO PERIGOSA

Não existem pesquisas nem números que quantifiquem de fato essa relação perigosa dos jovens evangélicos com as drogas. Mas basta analisar o perfil dos pacientes internados nas muitas casas de recuperação para dependentes químicos espalhadas pelo Brasil para perceber que vários deles têm ou tiveram alguma relação anterior com o Evangelho. Essa constatação se repete nas ruas. No Rio de Janeiro, missionários que trabalham nas favelas costumam relatar encontros em que traficantes pedem orações. “Cansei de conhecer traficantes filhos de crentes”, confirma o missionário Pedro Rocha Júnior, de Jovens com uma Missão, a Jocum. Atualmente no Cairo (Egito), ele passou mais de uma década pregando o Evangelho e prestando serviços sociais no Morro do Borel, zona norte da capital carioca, num tempo em que a comunidade era dominada pelo narcotráfico. “Muitos dos traficantes tinham nomes bíblicos, como Ezequiel, Davi, Josué. Gente criada na igreja, mas que depois pulou fora e caiu no vício.”

Em São Paulo, na chamada Cracolândia – área da região central da cidade que ganhou fama pelo tráfico de drogas e pela prostituição, além dos delitos praticado a céu aberto e em plena luz do dia –, meninos e meninas que um dia cantaram em corais juvenis de igrejas agora não passam de moribundos que vagam pelos becos alucinados pela próxima dose. “É assustador ver que tanta gente com quem trabalhamos saiu de igrejas e provêm de famílias evangélicas. Seja por terem uma religião apenas nominal ou por experimentarem alguma frustração com o sistema, foram presas fáceis para a tentação das drogas”, explica a advogada e missionária Selma Maria de Oliveira, de 33 anos. Ela integra a Missão Cena, organização interdenominacional que trabalha na região da Cracolândia. Sua sede, localizada próximo dali, é um refúgio para quem já não pode contar com mais nada nem ninguém. A cada terça-feira, centenas de moradores de rua e viciados dirigem-se à base para comer, tomar banho, cortar o cabelo e trocar de roupa. Lá, encontram abrigo temporário, mas que pode se transformar em permanente: após passar por uma triagem, os usuários de drogas têm a possibilidade de conseguir tratamento na Fazenda Nova Aurora, centro de recuperação que a missão mantém em Juquitiba, no interior paulista.

A impressão dessa alta presença de ex-crentes entre os viciados foi partilhada pelo repórter de CRISTIANISMO HOJE. A revista acompanhou na região central de São Paulo o trabalho de uma equipe de obreiros da Cena. Conversando com usuários de drogas como o crack, é possível perceber a origem e formação evangélica de diversos deles, como um rapaz que falava da Bíblia para moradores de rua. Antes, líder do louvor numa igreja pentecostal, ele agora se tornou traficante. Mesmo pedindo para não ser identificado, falou um pouco sobre sua história. Ainda guarda do Evangelho a certeza de que há perdão e restauração em Cristo, mas, por enquanto, diz não ter forças para sai do fundo do poço. “Tenho esperança de que um dia voltarei para os caminhos do Senhor”, diz. Mesmo assim, garante, fala do amor de Jesus aos outros. “Até ensino o pessoal a cantar alguns hinos”, diz, sorrindo.

“Há pelo menos quatro fatores que podem explicar o vício entre os jovens: o físico, o psicológico ou emocional, o social – e também o espiritual”, explica a psicóloga Gisele Aleluia, professora do Instituto de Integração da Família (Inif) e de pós-graduação na Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro. Coautora do livro Drogas.sem (Editora BestSeller), em que orienta como ajudar alguém que pretende deixar o vício, ela diz que os adolescentes são presas fáceis quando buscam reconhecimento entre os amigos e acham que as drogas os ajudarão a ser mais populares ou vencer a timidez na hora de namorar. Já outros, na ponta oposta, são por demais curiosos e autossuficientes para achar que correm riscos. “A mesma falta de perspectivas pode ser encontrada entre aqueles inseguros, que vão atrás de alívio para seus problemas”, aponta.

Pesquisa recente mostrou que um em cada quatro estudantes do ensino fundamental e médio da rede pública brasileira já experimentou algum tipo de droga, além do cigarro e das bebidas alcoólicas. Num desafio ao bom senso, experimentam esse tipo de substância cada vez mais cedo. Há dez anos, a média de idade para o primeiro contato era de 14 anos. Agora, não passa de onze. As pesquisas também revelam que, devido à exibição na televisão dos efeitos devastadores dos entorpecentes na vida de viciados e às campanhas de prevenção, a juventude brasileira sabe o tamanho desse problema. Ainda assim, boa parte dela não consegue ficar longe de um baseado de maconha ou um papelote de cocaína.

“No meio evangélico, some-se a tudo isso o ambiente repressor de muitas igrejas. Ao sair desse sistema, o jovem está vulnerável e despreparado”, continua a psicóloga Gisele. “Justamente por conta dessa tolerância para com os de fora e intolerância para os de dentro, a igreja tem facilidade para lidar com quem pede ajuda e dificuldade para auxiliar alguém já recuperado que recai”, diz. Membro do Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos (CPPC), ela lembra o caso de um de seus pacientes. Filho de pastor, hoje, ele luta contra o vício. “A pessoa quer mostrar sua rebeldia usando tóxicos. No caso desse rapaz, ele me confessou que seu pai o havia prendido a vida inteira. Finalmente, quando conseguiu sair, saiu demais.”

ESPIRITUALIDADE TERAPÊUTICA

Do ponto de vista da ciência, as drogas são uma doença. Um problema sério, capaz de acabar com relacionamentos e inviabilizar o estudo e o trabalho – e que precisa do devido acompanhamento e de soluções à altura. Mesmo assim, até na área médica já existe um consenso de que a espiritualidade tem um papel muito importante para prevenir e tratar a dependência química. No mais amplo estudo realizado no Brasil sobre o tema, de autoria de pesquisadores da Universidade de Campinas (Unicamp), mais de 16 mil estudantes foram envolvidos. A conclusão foi de que a religiosidade é fator importante de prevenção ao vício.
Essa também é a opinião dos órgãos governamentais responsáveis pela política nacional de combate às drogas. “As instituições religiosas são fundamentais para minimizar o impacto do uso das drogas na população. Ter fé auxilia no enfrentamento do estresse e de situações difíceis na vida, que são fatores de risco para o uso dessas substâncias”, defende Paulina Duarte, secretária adjunta da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad). Dentro da estratégia de priorizar a prevenção, um dos principais projetos da instituição é o curso Fé na Prevenção, desenvolvido para capacitar os religiosos a trabalhar na área. O objetivo era chegar ao fim de 2010 com 200 mil pessoas treinadas.

“Valores espirituais protegem a pessoa das drogas. Por isso, torna-se tão importante falar a língua do jovem”, faz coro Gisela. Acontece que normalmente famílias e igrejas que enfrentam o perigo das drogas com seus jovens têm dificuldade para fazer a pressão na medida certa e ao mesmo tempo manter o mínimo de diálogo. Na lacuna, quem entra com força são os centros especializados no acolhimento e tratamento a viciados. Não por acaso, a maior parte das casas de recuperação são evangélicas ou católicas, sendo procuradas também por quem não tem religião. Mas a demanda é grande demais, inclusive por parte das igrejas e famílias evangélicas que as veem como última esperança. Só a Federação de Comunidades Terapêuticas Evangélicas do Brasil (Feteb) representa cerca de 300 instituições do gênero no Brasil. Quem atua no setor quer fazer mais. “Para prestar um serviço relevante à sociedade precisamos nos qualificar, mas também melhorar nossa estrutura física”, diz o presidente da entidade, pastor Wellington Vieira. “Um primeiro passo é o reconhecimento dos governos federal, estaduais e municipais ao nosso serviço e parcerias que nos permitam adaptar-nos às exigências da Vigilância Sanitária para o funcionamento das clínicas”, reivindica.

A fé, contudo, não faz milagres sozinha. “Não adianta somente se dizer evangélico. Se a família que frequenta a igreja é disfuncional, a chance de seus filhos pararem nas drogas é alta”, constata o pastor Carlos Roberto Pereira da Silva, do Desafio Jovem de Rio Claro (SP). Desde 1998, a casa é a representante oficial do Ministério Desafio Jovem Internacional, criado quarenta anos antes nos Estados Unidos pelo pastor David Wilkerson, cuja história está registrada no best-seller A cruz e o punhal (Editora Betânia). Na época, Wilkerson, pastor de uma Assembleia de Deus no interior do país, mudou-se para Nova Iorque a fim de evangelizar gangues que disputavam o poder nas ruas da metrópole.

“O tratamento é melhor estruturado e mais complexo agora”, destaca Carlos, “mas, ainda hoje, a filosofia de trabalho permanece a mesma. Temos uma das melhores porcentagens de recuperados no país, com mais de 70% de sucesso. Nos Estados Unidos, o índice chega a 86%”. Ele é parte dessa estatística, já que, no passado, foi viciado e chegou a roubar e traficar drogas. Com conhecimento de sobra, o pastor não tem ilusões em relação ao assunto. “Infelizmente, muitas igrejas querem lidar com viciados sem o mínimo de estrutura. Não se tira alguém das drogas com uma simples oração ou unção com óleo”. Mas sabe que o Evangelho de Jesus continua tendo poder de mudar vidas. “Acredito que a Igreja brasileira continua sendo um lugar terapêutico, mas é preciso voltar a tocar a trombeta do despertamento.”

Johnnatan, o futuro pastor que abre a reportagem, tem feito isso. Exceção à regra, ele superou o vício sem precisar ser internado em uma casa de recuperação. Mas sabe que precisa vigiar. As recaídas são das maiores ameaças a ex-viciados, e ele já passou pela experiência. “E não quero repetir nunca mais”, afirma. Consciente da situação, hoje Johnnatan ajuda a tirar outros jovens do submundo das drogas. Quase toda semana, visita instituições de atendimento, onde testemunha e encoraja os internos a continuarem o tratamento. “Se eu consegui, você também consegue”, costuma repetir para rapazes e moças – muitos dos quais, como ele, deixaram para trás os tempos de comunhão com o Senhor e os irmãos para entrar num caminho nem sempre com retorno.
   
Pesadelo global

Segundo a ONU, 210 milhões de pessoas no mundo usam substâncias ilegais.

Destas, 26 milhões são seriamente viciados em drogas pesadas.

No Brasil, usuários frequentes e viciados chegam a 900 mil.

Há dez anos, a idade média do primeiro contato era 14 anos. Hoje, é de 11 anos.

1 em cada 4 estudantes brasileiros de ensino fundamental e médio já experimentaram
   
Solução arriscada

A última conferência da Comissão de Entorpecentes da ONU, realizada em Viena, Áustria, em 2008, foi palco para surpresas desagradáveis. A primeira foi o trágico balanço da luta contra as drogas. A proposta de criar “um mundo livre das drogas”, slogan aprovado pela entidade dez anos antes, foi um fracasso retumbante. A segunda, a ressurreição das vozes que clamam pela legalização do uso de substâncias consideradas ilícitas. Mesmo derrotada, a proposta é cada vez mais forte no mundo moderno.

Historicamente, a legalização das drogas trouxe mais males do que benefícios. Há cem anos, a China só conseguiu conter o crescimento do consumo de ópio quando passou a combatê-lo. Com isso, evitou uma catástrofe nacional, já que 25% da população era viciada. Em países como a Holanda, que liberou a compra de até cinco gramas de maconha em lojas, criou-se um “turismo da droga” – além disso, bairros inteiros da capital Amsterdã se degradaram.


Blindagem familiar

São muitos os caminhos, as oportunidades e as necessidades que levam o jovem às drogas. Mas a família não deve encarar o pesadelo como inevitável ou definitivo:

·      Diálogo constante e compreensão na medida certa, com demarcação de limites claros, continuam sendo as melhores opções para manter os filhos longe do vício

·      A fuga para as drogas geralmente é sintoma de que algo não vai bem em casa. Os pais precisam exercitar a autocrítica o tempo todo

·      O filho deve ser conscientizado, desde cedo, que é o principal responsável por seus atos – e a principal vítima de suas eventuais consequências ruim.

·      Famílias acomodadas correm mais riscos de serem surpreendidos pelas drogas. Os pais devem acompanhar a rotina, fiscalizar companhias e programas dos filhos e, sobretudo, ganhar sua confiança.

·      O drama das drogas muitas vezes não se resolve e pode levar o filho à ruína pessoal e à morte. A família não deve minimizar o uso de substâncias entorpecentes ou considerar que a prática é coisa normal do processo de formação e amadurecimento do jovem

·      Repetidos estudos têm mostrado a importância da prática religiosa como forma de prevenção ao vício. Pais crentes devem incentivar o desenvolvimento da vida espiritual dos filhos e seu engajamento numa congregação

Fontes: Desafio Jovem e Clube 700 (adaptado)

Ler & Pensar X



A INSENSATEZ DA OBEDIÊNCIA PARCIAL

Por John MacArthur

Se o pecado é um inimigo derrotado, como pode nos causar tantos problemas? Se o domínio do pecado foi quebrado, por que, com frequência, parece nos dominar? Por que as forças do humanismo secular, o novo hedonismo, a Nova Era, o ensino da autoestima e a má teologia têm causado tanto impactos entre os crentes? Por que a consciência parece estar desaparecendo até mesmo no meio evangélico?

Todo cristão honesto confirmará que a tendência para o pecado não é apagada quando nos tornamos cristãos. Ainda temos prazer no pecado. Ainda lutamos contra hábitos pecaminosos. Alguns desses hábitos estão tão profundamente arraigados que ainda batalhamos contra eles após anos de luta espiritual. Ainda caímos em pecados horríveis e vergonhosos. A verdade é que pecamos diariamente. Nossos pensamentos não são aqueles que deveriam ser. Desperdiçamos nosso tempo em buscas frívolas e mundanas. De tempos em tempos nosso coração fica frio quanto às coisas de Deus. Por que tudo isso acontece se o domínio do pecado está quebrado?

Aqui veremos que a Escritura nos insta a evitar qualquer tipo de apatia em relação ao tratamento do pecado. Devemos mortificar o pecado e sua influência em toda a nossa vida.

A ira de Deus contra Amaleque

Uma ilustração no Antigo Testamento pode ajudar a esclarecer nossa relação com o pecado. Em 1 Samuel 15, lemos que Samuel ungiu a Saul e solenemente deu-lhe estas instruções do Senhor: “Vai, pois, agora, e fere a Amaleque, e destrói totalmente a tudo que tiver, e nada lhe poupes; porém matarás homem e mulher, meninos e crianças de peito, bois e ovelhas, camelos e jumentos” (v. 3).

O mandamento de Deus era claro. Saul tinha que proceder cruelmente em relação aos amalequitas, matando até mesmo as criancinhas de peito e animais. Toda a tribo tinha que ser total e impiedosamente arrasada — nenhum refém poderia ser tomado.

O que faria um Deus de amor infinito impor um julgamento tão severo? Os amalequitas eram uma antiga raça nómade, descendentes de Esaú (Gn 36.12). Habitavam aparte sul de Canaã e eram eternos inimigos dos Israelitas. Pertenciam à mesma tribo que cruelmente atacou Israel em Refidim, logo após o Êxodo, na famosa batalha em que Arão e Hur tiveram que sustentar os braços de Moisés (Êx 17.8-13). Eles emboscaram Israel pela retaguarda e massacraram os soldados dominados, que estavam extenuados (Dt 25.18). A mais poderosa e selvagem tribo de toda a região atacou Israel covardemente. Naquele dia Deus livrou Israel sobrenaturalmente, e os amalequitas fugiram procurando refúgio. No final dessa batalha Deus jurou a Moisés: “Escreve isso para memória num livro e repete-o a Josué; porque eu hei de riscar totalmente a memória de Amaleque de debaixo do céu” (v. 14). Realmente ele considerava importante que Israel destruísse Amaleque:

Lembra-te do que te fez Amaleque no caminho, quando saías do Egito, como te veio ao encontro no caminho e te atacou na retaguarda todos os desfalecidos que iam após ti, quando estavas abatido e fatigado; e não temeu a Deus. Quando pois, o Senhor, teu Deus, te houver dado sossego de todos os teus inimigos em redor, na terra que o Senhor, teu Deus, te dá por herança, para a possuíres, apagarás a memória de Amaleque de debaixo do céu; não te esqueças (Dt 25.17-19; ênfase acrescentada).

Os amalequitas eram guerreiros temíveis. Sua presença intimidadora foi uma das razões pelas quais os israelitas desobedeceram a Deus e um empecilho para que entrassem na terra prometida em Cades Barnéia (Nm 13.29). A ira de Deus ardia contra os amalequitas por causa da perversidade deles. Ele constrangeu até o corrupto profeta Balaão a profetizar sua sentença: “Amaleque é o primeiro das nações; porém o seu fim será a destruição” (Nm 24.20). Os amalequitas costumavam atormentar Israel indo às suas terras depois de a plantação ter sido semeada, e movimentando-se na terra cultivada com suas barracas e animais, destruíam tudo pelo seu caminho (Jz 6.3-5). Eles odiavam a Deus, detestavam Israel e pareciam ter prazer em atos perversos e destrutivos.

As instruções de Deus para Saul, portanto, cumpriram o voto que ele havia jurado a Moisés. Saul tinha que eliminar a tribo para sempre. Ele e seus exércitos eram os instrumentos pelos quais a justiça de Deus seria levada a cabo. Seu santo julgamento para um povo mau.

Mas a obediência de Saul foi somente parcial. Ele ganhou a batalha ferindo de forma esmagadora os amalequitas que fugiram deles “desde Havilá, até chegar a Sur, que está defronte do Egito” (ISm 15.7). Como ordenado, ele matou todas as pessoas, mas “tomou vivo a Agague, rei dos amalequitas” (v. 8). “E Saul e o povo pouparam Agague, e o melhor das ovelhas e dos bois, e os animais gordos, e os cordeiros, e o melhor que havia e não os quiseram destruir totalmente; porém toda coisa vil e desprezível destruíram” (v. 9). Em outras palavras, motivados pela cobiça eles pegaram as melhores coisas dos amalequitas, coletando os despojos da vitória, e desobedecendo propositadamente às instruções do Senhor.

Por que Saul poupou Agague? Talvez porque ele quisesse usar o rei humilhado dos amalequitas como um troféu para mostrar seu próprio poder. Aparentemente, naquele momento Saul estava somente motivado pelo orgulho; ele até construiu um monumento para si no monte Carmelo (v. 12). Quaisquer que fossem seus motivos, ele desobedeceu a um claro mandamento de Deus e permitiu que Agague vivesse.

Esse pecado era tão sério que Deus imediatamente depôs do trono Saul e seus descendentes para sempre. Samuel lhe disse: “Visto que rejeitastes a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei” (v. 23).

Então Samuel disse: “Traze-me aqui a Agague, rei dos amalequitas” (v. 32).

Evidentemente Agague, pensando que sua vida havia sido poupada e se sentindo muito seguro, “veio a ele confiante”. “Certamente já se foi a amargura da morte”, disse ele.

Mas Samuel não estava para brincadeira. Disse a Agague: “Assim como a tua espada desfilhou mulheres, assim desfilhada ficará a tua mãe entre as mulheres. E Samuel despedaçou Agague perante o Senhor em Gilgal” (v. 33).

Nossa mente, instintivamente, recua diante do que parece ser um ato impiedoso. Mas foi Deus quem mandou que isso fosse feito. Era um ato de julgamento divino para mostrar a ira santa de um Deus indignado contra o pecado devasso. Ao contrário de seu compatriota e rei, Samuel estava determinado a cumprir inteiramente a ordem do Senhor. A batalha que tinha por objetivo exterminar os amalequitas para sempre terminou sem que esse objetivo fosse alcançado. A Bíblia registra que depois de alguns anos, a tribo revigorada atacou repentinamente o território sul e levou cativas as mulheres e crianças — incluindo a família de Davi (1 Sm 30.1 -5).

Quando Davi encontrou os amalequitas saqueadores, “Eis que estavam espalhados sobre toda região, comendo, bebendo e fazendo festa por todo aquele grande despojo que tomaram da terra dos filisteus e da terra de Judá” (v. 16). Ele os feriu desde o crepúsculo vespertino até a tarde do dia seguinte, matando a todos, exceto quatrocentos moços que fugiram montados em camelos (v. 17).

Os amalequitas são uma ilustração adequada do pecado que permanece na vida do crente. Aquele pecado — já totalmente derrotado — deve ser tratado com crueldade e despedaçado, ou então ele irá reviver e continuar a saquear e espoliar nosso coração, e tirar o vigor da nossa força espiritual. Não podemos ser misericordiosos com Agague, ou então ele retornará para tentar nos devorar. De fato, o pecado que permanece em nós frequentemente se torna mais ferozmente resoluto depois de ter sido destronado pelo Evangelho.

A Bíblia nos ordena mortificar o pecado. “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena; prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é a idolatria; por estas coisas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência]” (Cl 3.5,6). Não podemos obedecer parcialmente ou ser indiferentes quando procuramos eliminar o pecado da nossa vida.

Não é possível parar enquanto a tarefa estiver incompleta. Os pecados, do mesmo modo que os amalequitas, encontram sempre um jeito de escapar da matança, gerando, revivendo, reagrupando-se e lançando novos e inesperados ataques em nossas áreas mais vulneráveis.


Fonte: Púlpito Cristão

Divino Charlatão II



Avião voou
Por: Sonia Racy
22.fevereiro.2012
 
A Receita Federal reteve, terça-feira, uma aeronave Citation X no aeroporto de Viracopos, em Campinas – conforme antecipou, anteontem, o blog da coluna.

Consta que o jato executivo, de mais de US$ 20 milhões, pertence à filial da Igreja Universal, de Edir Macedo, na… Argentina.

Procurada, sem sucesso, na terça-feira de carnaval, a assessoria da IURD no Brasil só respondeu na Quarta-Feira de Cinzas. Mas não comentou o caso, “porque a Universal argentina é uma pessoa jurídica distinta”.

Já a agência da Receita Federal no aeroporto explicou que a operação é sigilosa – e está apurando “entradas e saídas da aeronave no País”.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Sede



Whitney Houston: Minha hora está chegando e eu quero passar este tempo louvando a Deus, sempre que puder.

 Fonte: FOLHA - UOL

 Whitney Houston disse a alguns amigos nos dias que antecederam sua morte que "queria muito ver Jesus", e que sentia que o seu fim estava próximo. As informações são do site "TMZ".

Na manhã seguinte, horas antes de morrer, Whitney debatia sobre uma passagem da Bíblia envolvendo João Batista e Jesus quando abriu um grande sorriso e comentou: "Sabe, ele é tão legal... Eu quero muito ver Jesus".

 Outra fonte contou ao "TMZ" que Whitney dizia aos amigos que sua hora estava chegando, e que queria passar o tempo louvando Deus sempre que pudesse.

Whitney Houston morreu no último sábado (11) aos 48 anos. Ela foi encontrada inconsciente na banheira de uma suíte do quarto andar do hotel Beverly Hilton, em Los Angeles, onde estava hospedada para participar de uma festa pré-Grammy.

O funeral privado da cantora pop norte-americana será realizado no sábado, ao meio-dia, na igreja New Hope Baptist Church de Newark, em Nova Jersey, onde ela cantava quando criança.

Dentro da perspectiva desta matéria vemos que uma alma que já sentiu o toque do meigo Jesus não vê no mundo, uma fonte se saciação igual a ele, completa, plena e eterna. Quando vejo uma declaração como está, me lembro do dialogo entre Jesus é a mulher Samaritana, e ai percebo detalhes que me fugiram a vista. Vejamos então a narrativa:

Assim, chegou a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, perto das terras que Jacó dera a seu filho José. Havia ali o poço de Jacó. Jesus, cansado da viagem, sentou-se à beira do poço. Isto se deu por volta do meio-dia. Nisso veio uma mulher samaritana tirar água. Disse-lhe Jesus: "Dê-me um pouco de água". (Os seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida.)  

A mulher samaritana lhe perguntou: "Como o senhor, sendo judeu, pede a mim, uma samaritana, água para beber?" (Pois os judeus não se dão bem com os samaritanos). Jesus lhe respondeu: "Se você conhecesse o dom de Deus e quem lhe está pedindo água, você lhe teria pedido e ele lhe teria dado água viva". Disse a mulher: "O senhor não tem com que tirar água, e o poço é fundo”. Onde pode conseguir essa água viva?

Acaso o senhor é maior do que o nosso pai Jacó, que nos deu o poço, do qual ele mesmo bebeu, bem como seus filhos e seu gado. “Jesus respondeu: “Quem beber desta água terá sede outra vez”, Mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede”. “Ao contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna”. A mulher lhe disse: "Senhor, dê-me dessa água, para que eu não tenha mais sede, nem precise voltar aqui para tirar água".

Mesmo tendo tudo dinheiro, fama e sucesso pessoal reconhecimento de todos, as implicações da cobrança que o mundo faz são degradantes, com uma grande probabilidade de nos tirar toda a alegria uma vez provada. Uma delas é a entrega aos delírios de prazer na busca de ter alegrias e satisfações que preencham o vazio da alma, isso leva a outra condição de vida a de subvida onde o ser vive a mercê de novas tentativas de prazer e alegria mesmo que custe a dignidade e humanidade, senão veja a que ponto chega um pop star, um artista, um famoso, não que isso seja inerente a essas pessoas há casos e casos e sempre há as exceções.

No canto do poço estava uma mulher que na certa tinha chegado ao fundo do seu próprio poço existência e social, com uma caminhada de vida sem muitas perspectivas. Ali havia alguém que na frente do mestre, viu na mente dela quatro formas de rejeição:

Por ser mulher: a sociedade judaica era bem machista. Só a mulher podia ser condenada no caso de adultério.
Por ser pecadora: o meio-dia não é horário para buscar água.
Por ser estrangeira: os samaritanos eram considerados como bastardos mistura de raças.
Por ser pobre: ela mesma foi buscar água no poço.

“Por ser mulher: a sociedade judaica era bem machista. Só a mulher podia ser condenada no caso de adultério”.

Neste ponto abordo a questão de uma pessoa sempre achar que seu pecado lhe torna única se sem chance de uma nova vida. Quantas pessoas famosas se veem neste dilema. Ciclo de amigos que, achará que é jogada de marketing de um artista falido, ao menos, alguns casos de pessoas antes famosas que se encontram com Jesus na miséria de suas vidas são tratados assim, então na mente deste vem logo o pensamento de abandonar a hipótese de uma vida “religiosa”. Ao perceber isso na relação de Jesus com a mulher vemos que o fato sempre acontece quando estamos perto dele, isso por que a religião e não Deus impõe uma impossibilidade de acolhimento do ser caído.

“Whitney Houston disse a alguns amigos nos dias que antecederam sua morte que "queria muito ver Jesus", e que sentia que o seu fim estava próximo. As informações são do site "TMZ".”


Por ser pecadora: o meio-dia não é horário para buscar água.

Na hora mais quente do dia, uma hora em que nenhuma pessoa poderia vê-la pegar agua ela foi, na esperança de somente saciar sua sede física. Mas ela não esperava que neste momento tão solitário ela visse a fonte de água eterna, uma fonte que saciaria sua sede de salvação de inquietude e vazio. Em muitos aspectos aquele momento seria apenas mais um em sua rotina, um passo a mais na jornada de sua vida triste e sem esperança. Mas ai veio o inesperado, ela viu a fonte de Deus o Caminho a Verdade e a Vida.

“Na sexta-feira, depois de cantar "Yes Jesus Loves Me" na casa noturna Tru, em Hollywood, a diva pop (Whitney Houston) disse a um de seus amigos que iria “ver Jesus”... Eu quero ver Jesus".

Por ser estrangeira: os samaritanos eram considerados como bastardos mistura de raças.

Quantas vezes as pessoas que um dia foram do seio da igreja, e que se deixaram levar pelo apelo do mundo se sentiram como uma raça indigna de estar com os santos da igreja. “Você tem a vida certinha na igreja eu não” “A salvação não é mais pra mim”. O temor de ser rejeitado, a vergonha de seus atos leva a acreditar que mesmo que aceitem o convite do retorno ainda sim, serão menos do que eram. Mas Ele escolheu os cravos por nós e trouxe em si o castigo que nos trás a paz não os homens.

Na manhã seguinte, horas antes de morrer, Whitney debatia sobre uma passagem da Bíblia envolvendo João Batista e Jesus quando abriu um grande sorriso e comentou: "Sabe, ele é tão legal... Eu quero muito ver Jesus".



Por ser pobre: ela mesma foi buscar água no poço.

Ela tomou da agua da fonte eterna, ela se debruçou na fonte tomou as duas mãos e bebeu até se fartar. Sentiu-se leve e sem medo, viu que sua condição era idêntica a milhares e por isso quis compartilhar, sem medo de represálias ou de censura, ela queria mostrar ao mundo que encontrará a verdadeira felicidade. Tinha encontrado Jesus.

Outra fonte contou ao "TMZ" que Whitney dizia aos amigos que sua hora estava chegando, e que queria passar o tempo louvando Deus sempre que pudesse.

“No entanto, está chegando a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura.”

O Maltrapilho.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A ditadura



Se a tempos passados os crentes eram tidos como ignorantes e sem estudo para opinar em questões, de cunho expressivo na sociedade hoje temos profissionais que encaram até mesmo as ações arbitrárias de seus respectivos conselhos de fiscalização. Ao ler a referida matéria no site Genizar,(link abaixo) me veio a pergunta na mente. "Pode o conselho de Psicologia ser tão excêntrico em suas ações partidárias ao ponto de tornar evidente suas ações intencionais em abafar a opinião de seus fiscalizados?"

O que estamos vendo sem dúvida é a ação de movimentos ativistas que nos acusam ( nós cristão) de homofobia, nos acusam de disseminar o ódio e a intolerância, as ações de tais movimentos fazem exatamente o que nos acusa. Sua intolerância quanto a opinião pessoal é explicita, e o que é pior a cada dia estão trabalhando para impor a ditadura anti-cristã.

Nos acusam de proselitismo, mas quantos dramaturgos que tem sua orientação sexual antenada com a causa homossexual tem jorrado em horário nobre cenas de homo-afetividade e de discriminação aos que tem uma opinião contraria a isso, será que não estão usando seus conhecimentos e para promover a causa? e o que é pior seu espaço profissional para divulgação de suas opiniões. 

É muito interessante que as informações que impulsionaram as denúncias  partiram de sites pessoais da profissional, num momento de extremo exercício de seu direito mais básico a de existir e expressar sua existência colocando suas opiniões, e cai entre nós, pedir que um psicólogo que em suas opiniões pessoais pense como um borracheiro é hilariante.

Se antes a acusação era de que não tínhamos respaldo profissional para abalizar as afirmações de nossa pregação, hoje incomodamos por ter o tal respaldo e com muito cabedal.

JC. Silver 

Leia:

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Ser Fiel



Como é feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios, não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores!                   
Ao contrário, sua satisfação está na lei do Senhor, e nessa lei medita dia e noite.                          
É como árvore plantada à beira de águas correntes: Dá fruto no tempo certo e suas folhas não murcham. Tudo o que ele faz prospera!                          
Não é o caso dos ímpios! São como palha que o vento leva.                     
Por isso os ímpios não resistirão no julgamento, nem os pecadores na comunidade dos justos.             
Pois o Senhor aprova o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios leva à destruição!
Salmo 1 versão NVI
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